Seguidores

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Exposição no CEU Quinta do Sol, Rua Luiz Imparato 564- Vila Cisper Ermelino Matarazzo

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Ja tentei ou não...


Já amei e fui amado
Já sofri e fiz sofrer
Já tentei me encontrar
E não me encontro
Já tentei te esquecer
E não a esqueço
Já tentei te escutar
E não a escuto
Já tentei entender
E não entendo
Já tentei ser incessível
E não consigo
Já tentei ser notado
Não sei se sou
Já tentei me expressar
Não sei se fui claro
Já tentei escrever
E não fui entendido
Já tentei...
Ou não...

Ricardo Cardoso

Medo


Do que tens medo?
Medo de não ser entendido
Medo de não ser amado
Medo de não ter o que comer
Medo de ter família
Medo de não ter onde morar
Medo da solidão
Medo da velhice
Medo de não ter o que fazer
Medo dos governantes
Medo da elite que explora
Medo da mídia que manipula
Medo da policia ou do ladrão
Medo da banalização da vida
Medo de não ter educação
Medo da intolerância
Medo de não amar o próximo
Medo do que nos tornamos (gananciosos)
Medo de não acreditar em Deus
Do que tens medo...

Ricardo Cardoso

Amigo


Muitos amigos passam por nossas vidas
Alguns por pouco tempos
Outros por muito tempo
Tem aqueles que nos acompanham
Por toda a vida
Amigos de infância
Amigos de escola
Amigos de trabalho
Aqueles que nem lembramos
De como éramos amigos
Outros que só nos restam lembranças
Temos amigos virtuais
Talvez seja a amizade
Mais fácil de se ter
Basta ligar a telinha e lá estão
Com simples palavras tecladas
Conhecemos cada um
Uns mais amáveis outros nem tanto
Mas aprendemos a gostar de cada um
Mesmo nunca ter se quer ouvido sua voz
Tem amigos que partiram para sempre
E têm aqueles que mesmo distantes
Que pouco nos falamos ou nos vemos
Mas que mesmo assim jamais os esqueceremos
Dedico estas palavras a todos os amigos
Que passaram por minha vida, que partiram
Aqueles que estão distantes mais
Que estão no meu coração...

Ricardo Cardoso

quinta-feira, 15 de maio de 2008


História de uma vida
Um córrego chamado Itapejica.

Era uma criança de dois anos, que viera morar no Bairro de Ermelino Matarazzo, na nascente do córrego Itapejica, de águas límpidas com variedades de peixes.
Ermelino Matarazzo um Bairro na região leste da cidade de São Paulo, fundado por volta de 1588, fazia parte do Bairro de São Miguel Paulista, onde havia a casa da moenda, um engenho, uma pousada (Sitio Mirim) feita de taipa, (Dom Pedro 1º, parava para descansar, e seguir viagem com destino ao Rio de Janeiro), com a instalação da fábrica Celosul (fábrica de papel do grupo Matarazzo), a margem da ferrovia, surgiu à vila de casas dos operários, cinema, hotel, primeira escola (Condensa Filomena Matarazzo construção em madeira), pedreira, chácara da família Matarazzo, um casarão com fama de ser assombrado, oratório da cruz preta (uma arvore no alto do morro que fora atingida por um raio) e no Jardim Berlim uma fonte de água potável.
Córrego Itapejica, que tem seu leito paralelo a Avenida Paranaguá e vai desaguar no Rio Tietê.
A criança costumava brincar as margens do córrego, onde havia bambus, pássaros, borboletas e árvores...
A criança não tinha preocupações com o preço do feijão, se havia empregos e quantas vidas a Ditadura estava destruindo.
A criança, bola, carrinho, perna de pau, bolinha de gude, bandido e mocinho, zorro e nacional kid.
Chega o pré-primário, a mãe guarda o primeiro cartão do dia das mães.
Primeiro ano professora Eunice Laureano da Silva.
A criança está crescendo, quinta série criou gosto pela arte, incentivado por uma professora de artes (Sandra).
1977, uma musica lhe chama atenção “Pra não dizer que não falei das flores (caminhando)” de Geraldo Vandré.
-Casa da moenda foi ocupada e o engenho sumiu.
-A pousada caiu, só restou “A Ruína de Taipa, tombado pelo Patrimônio Histórico”, porém está abandonado à sorte.
-A vila de casas quase sumiu.
-O cinema foi derrubado, assim como o hotel.
-A escola mudou-se de endereço, e hoje é de alvenaria.
-A pedreira deu lugar a um Banco.
-A chácara ficou reduzida a uma casa, (hoje é um parque)
-O casarão transformou-se em uma área degradada, (Passeadouro Miguel Boupan) talvez ainda exista assombração.
No morro foi construída a Igreja São Francisco de Assis, (o tronco da arvore “cruz preta” ainda está lá).
-Da fonte nem água potável.
-O Jardim Berlim virou Jardim Belém.
-A ditadura acabou.
-Acabou também o bambu, os peixes as borboletas.
-A Professora Eunice Laureano da Silva, morreu em um acidente de carro, deram o nome à escola.
-A professora de artes, só restou lembranças.
-Geraldo Vandré, não canta mais.
-A criança ficou adulta, as brincadeiras acabaram hoje se preocupa com a desigualdade social e com o preço do feijão.
-O Córrego Itapejica não existe mais, virou um esgoto chamado Córrego Mongaguá.
-A criança e o córrego Itapejica, estão nas lembranças do artista plástico,
Eu Ricardo Cardoso


Mateus, pintor das telas.
Profª.Eunice Laureano

Oratório/Cruz Preta

Capela São Francisco

Pedreira

Fonte Jd.Berlim

Jd. Belém

Estação
Mateus,conta a história de Ermelino Matarazzo nas telas/óleo

terça-feira, 29 de abril de 2008

Este poema é de uma amiga "Meire"

MULHER NA QUIETUDE DO UNIVERSO...UM CORAÇÃO PULSA E PULSANTE MARCA TODAS AS EMOÇÕES DA VIDA NASCESTE PRE DETERMINADA Á LUTA, Á SONHOS EDISSABORES...MAS NASCESTE MULHER!NÃO PODERÁ NINGUÉM EM TODA EXISTENCIA SEQUER CALCULAR O VALOR DE TI Ó PODEROSA DE TEUS OLHOS PRECISAM OS QUE NÃO QUEREM VERDE TEU PEITO O CALOR SEMPRE SE FARÁ DESEJADO E DE TEU CORAÇÃO A MAIS BELA MELODIA...MAS QUE NAUM TE IMAGINEM FRAGILPOIS ÉS LEOA...SOBERANA SENHORA MESMO EM PELE DE SUTIL OVELHA APENAS OBSERVAS E SE GUARDA Á HORA CERTA ÉS MULHER...ÉS VIDA...ÉS GLÓRIA DE TI BROTA A EXISTENCIA E SE PROLONGA POR DÉBEIS HORAS DE INCERTEZA ONDE TU SEM DEMORA FAZ-SE PRESENTE E APOIA ARRIMA E SUPORTA...PORQUE ÉS MULHERE ÉS MULHER PORQUE ACIMA DE TODOS HÁ O ONIPOTENTE QUE QUIS VER O AMOR SAIR DE UMA SEMENTE E BROTAR EM TI MULHERE QUE NÃO SÓ EM UM DIA SE LEMBREMOS HOMENS DE TUA GARRA E TUA ALMA TÃO BELA E MAIS FORTE QUE AS PEDRAS DE TEU PRÓPRIO CAMINHO QUE COM ELE SE POR AMOR DIVIDES...POR QUE TÃO SOMENTE ÉS FLOR...ESPINHO...
DOCE...AZEDA...CALMA...TEMPESTUOSA...MAS ACIMA DE TUDO E SEMPRE ÉS MULHER!!!!!!!!!!!!Meire Castro 08-03-08

segunda-feira, 28 de abril de 2008



Caminhos

A vida, uma estrada que temos que percorrer
Há dois caminhos, um curto o outro comprido
O caminho curto leva-se vantagens, não se incomoda com o próximo,
Está sempre comendo o pão de alguém, vê com indiferença as coisas ao seu redor
E sempre diz, amigo é dinheiro no bolso
O caminho comprido encontra-se pedras no caminho pequenas, grandes, amores, tristezas, carinhos, solidão, compaixão, alegrias, família e diz, a maior riqueza é ter amigos.
E quando chegar ao fim da estrada, olhar para trás e tiver a certeza que escolheu o caminho certo.

(Autor:Ricardo Cardoso)

Amor que se foi
E nuca mais voltou
Partindo o meu coração
Sufocado de paixão
Na minha triste solidão
Numa vida sem razão
Ricardo Cardoso

Arrabaldes

A, Ermelino Matarazzo
Se eu o pudesse reger
Não te escolhi para morar
Mas aprendi á idolatrar
Muita coisa iria mudar
Cultura iria te dar
Esporte tu iria praticar
Teu filho iria cuidar
Com saúde iria brincar
Nas praças com arvores
Que iria plantar
Com pássaros que iria cantar
Quanto quadro iria pintar
A,Ermelino Matarazzo, se eu o pudesse reger...

(Autor: Ricardo Cardoso)


sexta-feira, 18 de abril de 2008


Pensamento
-Às vezes penso.
No que penso, nem mesmo sei
Se o amor perdido
Ou a paixão vivida
Se sonhos perdidos
Ou sonhos vividos
Se a indiferença da amada
Ou juras de amor
Se entre o riso
Ou entre a dor
Se tua boca molhada
Ou teus olhos fugindo dos meus
Às vezes penso
Se penso!
(Ricardo Cardoso)

O amanhã

Porque choras?
-Choro por ter saudade
Saudade?
-Saudade do tempo perdido
Tempo perdido?
-Perdido por não saber amar
Amar?
-Amar mais, viver intensamente
Viver intensamente?
-Intensamente cada momento como se fosse o último
Como se fosse o último?
-Sim, como se fosse o último,
Sem pensar no dia seguinte
Para não chorar no amanhã!
(Ricardo Cardoso)

História de uma vida


Um córrego chamado Itapejica.

Era uma criança de dois anos, que viera morar no Bairro de Ermelino Matarazzo, na nascente do córrego Itapejica, de águas límpidas com variedades de peixes.
Ermelino Matarazzo um Bairro na região leste da cidade de São Paulo, fundado por volta de 1588, fazia parte do Bairro de São Miguel Paulista, onde havia a casa da moenda, um engenho, uma pousada de taipa, (Dom Pedro 1º, parava para descansar, e seguir viagem com destino ao Rio de Janeiro), com a instalação da fábrica Celosul (fábrica de papel do grupo Matarazzo), a margem da ferrovia, surgiu à vila de casas dos operários, cinema, hotel, primeira escola (Condensa Filomena Matarazzo construção em madeira), pedreira, chácara da família Matarazzo, um casarão com fama de ser assombrado e no Jardim Berlim uma fonte de água potável.
Córrego Itapejica, que tem seu leito paralelo a Avenida Paranaguá e vai desaguar no Rio Tietê.
A criança costumava brincar as margens do córrego, onde havia bambus, pássaros, borboletas e árvores...
A criança não tinha preocupações com o preço do feijão, se havia empregos e quantas vidas a Ditadura estava destruindo.
A criança, bola, carrinho, perna de pau, bolinha de gude, bandido e mocinho, zorro e nacional kid.
Chega o pré-primário, a mãe guarda o primeiro cartão do dia das mães.
Primeiro ano, professora Eunice Laureano da Silva.
A criança está crescendo, quinta série, criou gosto pela arte incentivado por uma professora de artes (Sandra).
1977, uma música lhe chama atenção “Pra não dizer que não falei das flores (caminhando)” de Geraldo Vandré.
-Casa da moenda foi ocupada e o engenho sumiu.
-A pousada caiu, só restou “A Ruína de Taipa, tombado pelo Patrimônio Histórico” porém está abandonado à sorte.
-A vila de casas quase sumiu.
-O cinema foi derrubado, assim como o hotel.
-A escola mudou-se de endereço, e hoje é de alvenaria.
-A pedreira deu lugar a um Banco.
-A chácara ficou reduzida a uma casa.
-O casarão transformou-se em uma área degradada, talvez ainda exista assombração.
-Da fonte nem água potável.
-O Jardim Berlim virou Jardim Belém.
-A ditadura acabou.
-Acabou também o bambu, os peixes as borboletas.
-A Professora Eunice Laureano da Silva, morreu em um acidente de carro, deram o nome à escola.
-A professora de artes, só restou lembranças.
-Geraldo Vandré, não canta mais.
-A criança ficou adulta, as brincadeiras acabaram, hoje se preocupa com a desigualdade social e com o preço do feijão.
-O Córrego Itapejica não existe mais, virou um esgoto chamado Córrego Mongaguá.
-A criança e o córrego Itapejica, está nas lembranças do artista plástico.
-Eu Ricardo Cardoso.

(autor Ricardo Cardoso)

Reconhecimento e valorização da arte no Brasil


Entrevista com Ricardo artista plástico e Trumai aerógrafo

Ricardo -Eu acho que a arte no Brasil é pouco valorizada, não tem tanto reconhecimento quando se trata da periferia o artista da periferia não tem acesso, eu trabalho com pintura, escultura por gostar, agora quem trabalha para viver da arte, tem muita dificuldade, nestes últimos sete anos houve uma grande abertura para a cultura, mas ainda não chegou a periferia, tudo está concentrado no centro só a elite tem acesso a museus, galerias e teatros, na periferia.
Trumai – A dificuldade é sair da periferia e entrar no mercado de artes, porque quem consome arte é a elite, é até um problema social como a pessoa não tem dinheiro nem para comprar o pão o jornal, como vai sobrar dinheiro para ele comprar uma tela, valorizar a peça até por condições do preço, ai a arte não tem valor, então começa a virar produção, se você conseguir sair da periferia e entrar no mercado, começar a pegar nome, estar nas galerias de artes, ai você consegue se dar bem, eu trabalho com aerografia carros, motos, capacetes e camisetas, só que aqui no Brasil as pessoas confunde aerografia com grafite, a aerografia é mais técnico, até por questão do jeitinho brasileiro, tem uma galera que não é nem grafiteiro e nem aerografista, ai acaba jogando o preço muito baixo, acaba sujando o mercado, é esta a minha dificuldade, eu sou aerógrafo, quando eu dou um preço aparece outro cobrando menos, esta parte técnica não é muito conhecida aqui no Brasil, ela é mais conhecida e valorizada na Europa e Estados Unidos , eu consigo vender o meu trabalho na zona sul, onde a galera conhece mais a aerografia ao contrário da zona leste, até por questão cultural, é pegar um trabalho e saber diferenciar, tudo tem uma técnica um estudo.
Espaços de exposições
Ricardo – Eu costumo expor em ONG, por falta de espaços como o Trumai disse é muito difícil sair da zona leste, difícil alcançar outros espaços, quando tem outros espaços como o MASP o custo é muito alto para o artista expor, e ai acaba ficando só na região em escolas, casa de amigo e em festa.
Trumai - É assim, o ruim do Brasil é que você para pegar nome, é mais fácil você pegar nome lá fora primeiro, ser valorizado e depois vir para cá , isto aconteceu com o Carlinhos Brown, ele teve que ser reconhecido lá fora primeiro para depois ser reconhecido aqui.
Inspiração
Ricardo – A minha inspiração em criar esculturas é o Aleijadinho, ”aquelas esculturas barrocas” não é o que eu sigo, mas na escola quando eu estudei a respeito do Aleijadinho, eu trabalho com madeiras na verdade arvores que foram cortadas e jogadas nas ruas eu pego essas madeiras, tronco de arvores e tento criar alguma obra, eu acho que cada pedaço de madeira a escultura já está lá dentro, basta a gente olhar e tentar ver o que está lá.
Trumai – A influência que eu tive, foi quadrinho, desenho na escola, nunca fui um bom aluno, sempre desenhando nas capas dos cadernos, assim eu fui desenvolvendo o meu trabalho até que chegou uma hora que não dava mais para trabalhar em outra coisa, ai eu fui pintar e estou batalhando, tecnicamente não te diferença de outros (nomes reconhecidos) é mais um problema de classe social, por eu ser da periferia, é estar sendo recebido, a galera chegar vamos ver o seu trabalho, tem que ter toda uma embalagem, chegar lá se possível nem falar que é da periferia, para poder chegar num ateliê de ponta e ser recebido, eu gosto de Van Gogh ele não foi acadêmico que tem que estar na universidade, este lance de arte acho que é da pessoa você nasce com isso, eu acho que a escola não forma artista, é mais do artista ser assim mesmo, eu sou pobre não tenho dinheiro para fazer uma boa escola, ai fui pesquisando perguntando ali aqui fui conseguindo desenvolver uma técnica legal.
Ricardo – Eu gostava muito de desenhar, comecei desenhando Mônica, cebolinha, pateta e horacio, tinha vontade de ir para uma escola de desenho, mas não tive oportunidade, o desenho ficou um pouco de lado, a uns três anos eu comecei a investir no que eu gosto, por uma questão de sobrevivência não trabalhei com aquilo que gosto, viver de arte é muito difícil, eu conheço alguns artistas que fazem exposições na Argentina no Uruguai,e no Paraguai,e aqui trabalha como camelo.
Trumai – Falta apoio do governo, eles poderiam criar alguns pontos no centro para os artistas expor, ter alguém fiscalizando para diferenciar o que é uma peça de arte e o que é material industrializado, porque quando se mistura parece uma coisa só, uma camiseta feita com aerógrafo a mão não da para concorrer com uma industrializada.
Ricardo –A arte nas escolas é de grande importância, eu tive uma professora de artes que dava incentivo, infelizmente isso se perdeu um pouco, eu participei de concursos de desenhos, fiz teatro por três anos, hoje não se vê isto nas escolas, poucas desenvolve este trabalho.
Trumai –Por questão financeira os jovens não tem muita oportunidade, esta é uma grande frustração, você gosta daquilo que faz mas é preciso ter sua estabilidade, porque chega a hora que não da ai você começa a desacreditar no seu trabalho,você vê um trabalho legal mais não consegue girar,você vê alguns ateliês em Pinheiro a tela custa dois mil três mil reais, mas é o local a embalagem, as vezes o artista é filho de alguém importante isto influencia muito, tem muitos que vai estudar na bienal na França, eu acho que nem é só na Zona Leste é São Paulo mesmo onde a elite não se mistura, é bem dividida pobre de um lado e rico de outro, eu acho que nem o Rio é assim pelo menos que diz respeito ao meio artístico.
Ricardo –Muitos artistas grandes escultores são desconhecidos e ai que entra o atravessador, que compra estas artes e vende pelo mundo, restando para o artista uma pequena quantia, hoje já existe o fundo de cultura, aqui em São Paulo ele precisa ser aplicado, assim teremos mais verbas para investir nas escolas nos espaços públicos, descobrindo assim novos talentos, já teve um avanço com o Ministro da Cultura, sendo ele um artista ele tem esta sensibilidade de investir na cultura, o que precisa de fato é mais abertura nas escolas para mostrar a essa juventude a arte popular e incentivá-las.
Trumai – O brasileiro por ter essa mistura de raças, temos tudo para ser uma potencia em termos de artes até por influência de outros Paises acaba se criando um novo estilo de fazer arte.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Sábado Cultural


Atividade feita com a comunidade da Vl. Nossa Senhora Aparecida, "Sábado Cultural", exposição de escultura, telas, do artista plástico Ricardo Cardoso, danças, teatro,capoeira e cantores da comunidade, teve a participação direta do Centro de Educação C. N. Senhora Aparecida
Mulher
De tudo que és belo
És tu, mulher
Mulher,

tua beleza é como um pôr do sol,
que irradia o anoitecer.
Mulher,

tu atordoa como um cálice dos mais raros dos vinhos
Mulher,

teu perfume é como um jardim de rosas,capaz de seduzir
Mulher,

tu és frágil como um beija-flor,Porém forte o bastante para ser mãe
Mulher,

tu amas e sérá amada
Pois tu és mulher...
(Ricardo Cardoso)