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terça-feira, 13 de abril de 2010

Negro


Negro, tu foras tirado do teu chão
Escravizado, humilhado, acorrentado
Sentiu o gosto do fel
A dor do tronco, cicatriz na alma
Teus filhos arrancados
Mulheres etária dos senhores
Da senzala o frio
Da fome, esperança
Do quilombo, refúgio
Da liberdade, relento
Do relento, morro
Do morro, senzala
Ainda hoje, buscando tua liberdade
És a maioria negra, sangue
Orgulha-te negro, levante a cabeça
Tu és um guerreiro vencedor

Autor - Ricardo Cardoso

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